cheira a rabanadas, filhós, bolo rei e arroz doce...............................
domingo, 28 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008
Caminhos...
No dia à dia efectuamos gestos repetidos, partilhamos momentos e objectos, pronunciamos palavras vezes sem conta.


Palmilhamos Kilómetros de estrada.
Esta que aqui deixo é aquela que à 4 anos faço em dias agradáveis, dias de chuva , de nevoeiro e gelo para chegar ao meu local de trabalho.


( Fotos cedidas pela Sandra )
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Cachecóis
"O cachecol é uma peça de vestuário. Consiste em uma faixa longa de tecido, muitas vezes tricotadas em lã. Utilizada em volta do pescoço quando faz frio, para aquecer. A palavra é de origem francesa: "cacher" com o significado de esconder ou ocultar; e "col" colo ou pescoço. "
Pela parte que me toca assumo-me uma fã incondicional deste acessório.À volta do pescoço, enrolado ou simplesmente pendurado raro é o dia durante o Inverno que um dos meus cachecóis não sai à rua. Este ano por incrível que pareça ainda não adquiri nenhum para juntar a este grupo...
Pela parte que me toca assumo-me uma fã incondicional deste acessório.À volta do pescoço, enrolado ou simplesmente pendurado raro é o dia durante o Inverno que um dos meus cachecóis não sai à rua. Este ano por incrível que pareça ainda não adquiri nenhum para juntar a este grupo...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Beleza ou arte?!
Entre idas à escolinha, brincadeiras, assistir a alguns progamas no Disney channel e jogos no PC, o meufelinho gosta de passar algum do seu tempo a desenhar. Não sendo os mais perfeitos, mas de algum cariz artístico, aqui deixo umas das últimas produções.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Sobremesa
"É tradicionalente servida após o prato salgado nas duas principais refeições diárias, varia desde uma fruta até aliementos mais elaborados, todos com aspecto doce devido a utilização de açúcar."
Estas que aqui deixo foram preparadas pela minha mana que é uma cozinheira de mão cheia.
Obrigada maninha por estes pequenos prazeres.
Para retribuir fica esta música que tantas vezes ouvimos nos bons velhos tempos trazida pelos tão longínquos primos da Argentina. Lembras-te?
Que saudades!
Estas que aqui deixo foram preparadas pela minha mana que é uma cozinheira de mão cheia.
Obrigada maninha por estes pequenos prazeres.
Para retribuir fica esta música que tantas vezes ouvimos nos bons velhos tempos trazida pelos tão longínquos primos da Argentina. Lembras-te?
Que saudades!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O Mostrengo
O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou trez vezes,
Voou trez vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-rei D. João Segundo!»
«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou trez vezes,
Trez vezes rodou immundo e grosso.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-rei D. João Segundo!»
Trez vezes do leme as mãos ergueu,
Trez vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer trez vezes:
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quere o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
D' El-rei D. João Segundo!»
Fernando Pessoa ( Mensagem )
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou trez vezes,
Voou trez vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-rei D. João Segundo!»
«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou trez vezes,
Trez vezes rodou immundo e grosso.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-rei D. João Segundo!»
Trez vezes do leme as mãos ergueu,
Trez vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer trez vezes:
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quere o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
D' El-rei D. João Segundo!»
Fernando Pessoa ( Mensagem )
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Recortes ...
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Confusão de sentimentos...
O gesto repetia-se sempre que entrava em casa viesse de onde viesse. Das compras, do café, do trabalho… Ansiava que o ritual de trocar imediatamente aquilo que calçara para sair pelas tão desejadas “ havaianas “ não se repetisse.
O seu desejo perdia-se quando, de repente, ouvia aquele estalar de chinelo no pé, que tanto o incomodava.
“ Qualquer dia saio daqui, já não suporto este incómodo ruído. Fora daqui deve haver sons bem mais agradáveis do que este estalar de chinelo no pé. “
Numa manhã calma de brisa leve mas fria saiu daquele que tinha sido o seu lar durante alguns anos.
“ Vou descobrir novas quimeras. Se ela saiu tantas vezes, agora é a minha vez de ver o mundo para além deste lar. “
Havia já passado algum tempo de múltiplas descobertas. No início, achou que perdera muito tempo da sua vida tendo ficado no seu confortável aconchego, mas, em determinadas situações, a saudade apertava. Tentou ser guerreiro e enfrentar as batalhas, mas houve um momento em que a decisão de regressar martelou de tal forma no prego da sua consciência que o levou a pôr pés ao caminho.
Sucederam-se as horas e as semanas, até que, finalmente, encontrou a habitação amarela onde sempre fora tratado como um lorde. A porta principal estava entreaberta. Paulatinamente, entrou com o receio de ser apontado e expulso como fora tantas vezes de outros locais desde que dali saíra. Não encontrou ninguém. Depois de avançar alguns passos receosos, esbarrou com as tão odiadas “havaianas”, que se encontravam no chão da cozinha. Sem mais cautelas e receios, colocou a parte do corpo que mais agressões sofrera nos últimos tempos em cima daquele objecto e adormeceu profundamente…
O seu desejo perdia-se quando, de repente, ouvia aquele estalar de chinelo no pé, que tanto o incomodava.
“ Qualquer dia saio daqui, já não suporto este incómodo ruído. Fora daqui deve haver sons bem mais agradáveis do que este estalar de chinelo no pé. “
Numa manhã calma de brisa leve mas fria saiu daquele que tinha sido o seu lar durante alguns anos.
“ Vou descobrir novas quimeras. Se ela saiu tantas vezes, agora é a minha vez de ver o mundo para além deste lar. “
Havia já passado algum tempo de múltiplas descobertas. No início, achou que perdera muito tempo da sua vida tendo ficado no seu confortável aconchego, mas, em determinadas situações, a saudade apertava. Tentou ser guerreiro e enfrentar as batalhas, mas houve um momento em que a decisão de regressar martelou de tal forma no prego da sua consciência que o levou a pôr pés ao caminho.
Sucederam-se as horas e as semanas, até que, finalmente, encontrou a habitação amarela onde sempre fora tratado como um lorde. A porta principal estava entreaberta. Paulatinamente, entrou com o receio de ser apontado e expulso como fora tantas vezes de outros locais desde que dali saíra. Não encontrou ninguém. Depois de avançar alguns passos receosos, esbarrou com as tão odiadas “havaianas”, que se encontravam no chão da cozinha. Sem mais cautelas e receios, colocou a parte do corpo que mais agressões sofrera nos últimos tempos em cima daquele objecto e adormeceu profundamente…
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
Poesia no pequeno almoço.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Efeito surpreendente!
Toda a gente conhece a Guernica, um painel pintado a óleo com 782 x351 cm, que Pablo Picasso apresentou em 1937 na ExposiçãoInternacional de Paris. A tela, a preto e branco, representa obombardeamento sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 deAbril de 1937 por aviões alemães da Legião Condor e actualmente estáexposta no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.O pintor, que morava em Paris na altura, soube do massacre pelosjornais e pintou as pessoas, animais e edifícios destruídos pela forçaaérea nazi tal como os viu na sua imaginação.Agora uma artista nova-iorquina, Lena Gieseke, que domina as maismodernas técnicas de infografia digital, decidiu propor uma versão 3Dda célebre obra e colocá-la na net sob a forma de um vídeo.O resultado é fascinante e permite-nos visualizar detalhes que deoutro modo nos passariam despercebidos.Esta técnica inovadora revela-se um instrumento poderoso paracompreender melhor a forma de trabalhar do pintor e até o modo comofuncionava a sua imaginação.
Clica no link abaixo para ver a infografia digital de Lena Gieseke docélebre painel de Pablo Picasso em 3D (c/Som)Pode demorar algum tempo a entrar mas vale a pena!http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html
( Mensagem recebida por mail )segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Ao longe ao luar
Ao longe, ao luar,
No rio uma vela
Serena a passar,
Que é que me revela?
Não sei, mas meu ser
Tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça?
Que amor não se explica?
É a vela que passa
Na noite que fica.
Fernando Pessoa
No rio uma vela
Serena a passar,
Que é que me revela?
Não sei, mas meu ser
Tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça?
Que amor não se explica?
É a vela que passa
Na noite que fica.
Fernando Pessoa
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Guelra e Silvestre
Agora, somos mais dois cá em casa. Finalmente o felinho concretizou o sonho de ter os seus peixinhos, depois de algum tempo andar a "namorar" subtilmente o hóspede da deep.
sábado, 23 de agosto de 2008
Sr. Mar...
Quando o mar ocupa o lugar da areia a solução para desfrutar o sol é subir para as rochas como o caranguejo...

domingo, 10 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
Bom Domingo!
Um homem tem que viver.
E tu vê lá não te fiques
- um homem tem que viver
com um pé na Primavera.
Tem que viver cheio de luz. Saber
um dia com uma saudade burra
dizer adeus a tudo isto.
Um homem ( um barco) até ao fim da noite
cantará coisas, irá nadando
por dentro da sua alegria.
Cheio de luz - como um sol.
Beberá na boca da amada.
Fará um filho.
Versos.
Será assaltado pelo mundo.
Caminhará no meio dos desastres,
no meio dos mistérios e imprecisões.
Engolirá fogo.
Palavra, um homem tem que serprodigioso.
Porque é arriscado ser-se um homem.
É tão difícil, é(com a precaridade de todos os nomes)o começo apenas.
Fernando Assis Pacheco, Poeta no Supermercado (2)
Poema recebido por mail à 1 tempo atrás. Obrigada deep.
E tu vê lá não te fiques
- um homem tem que viver
com um pé na Primavera.
Tem que viver cheio de luz. Saber
um dia com uma saudade burra
dizer adeus a tudo isto.
Um homem ( um barco) até ao fim da noite
cantará coisas, irá nadando
por dentro da sua alegria.
Cheio de luz - como um sol.
Beberá na boca da amada.
Fará um filho.
Versos.
Será assaltado pelo mundo.
Caminhará no meio dos desastres,
no meio dos mistérios e imprecisões.
Engolirá fogo.
Palavra, um homem tem que serprodigioso.
Porque é arriscado ser-se um homem.
É tão difícil, é(com a precaridade de todos os nomes)o começo apenas.
Fernando Assis Pacheco, Poeta no Supermercado (2)
Poema recebido por mail à 1 tempo atrás. Obrigada deep.
terça-feira, 15 de julho de 2008
A pequena borboleta
A noite do dia 13 de julho foi sem dúvida arrojada. Os pequenos bailarinos estiveram no seu melhor e demonstraram ter estado atentos às recomendações da professora ao longo do ano.
Fica uma pequena amostra das indumentárias que no palco do centro cultural de Macedo de Cavaleiros encheream de encanto e alegria " a noite mágica ".
Parabéns a todos.
domingo, 13 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Plantas
Gosto de plantas. Mas, sou um pouco descuidada no que diz respeito ao seu tratamento.
Estas que aqui deixo têm sido as mais resistentes e as que têm perdoado os meus descuidos à falta de água que tantas vezes me imploram. Começo a pensar que apesar dos esquecimentos e da falta de atenção elas gostam de estar por aqui e por isso continuam a resistir.
Fica a promessa de estar mais mais atenta às vossas necessidades.

O cacto que se recusou a crescer...

O Baixote.

A violeta que veio na mesma altura do meufinho. ( Já lá vão 5 anos )
Estas que aqui deixo têm sido as mais resistentes e as que têm perdoado os meus descuidos à falta de água que tantas vezes me imploram. Começo a pensar que apesar dos esquecimentos e da falta de atenção elas gostam de estar por aqui e por isso continuam a resistir.
Fica a promessa de estar mais mais atenta às vossas necessidades.
O cacto que se recusou a crescer...
O Baixote.
A violeta que veio na mesma altura do meufinho. ( Já lá vão 5 anos )
segunda-feira, 30 de junho de 2008
It's my life...
Tarefa difícil esta, mas vou tentar deep.
Então cá vai.
Benevolente
Indiferença
Saudade
Coragem
Mãe
Esperança
Então cá vai.
Benevolente
Indiferença
Saudade
Coragem
Mãe
Esperança
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Mensagens nocturnas!
Na semana passada o meufelinho surpreendeu-me com a ideia de fazer mensagens nocturnas. Esta iniciativa destina-se aos vizinhos de cima que ao passarem nas escadas encontram as ditas mensagens bem enroladinhas.Neste Sábado a ideia deixou de ser um simples desenho e passou à escrita. Esta "brincadeira" levou-nos a todos a um momento de descontração e riso e um curto convívio com os vizinhos bem agradável para todos.
Continua a surpreender-nos meufelinho...
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Sobreviventes !
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Dia da criança.
Com 1 dia de atraso deixo para todas as crianças este poema de Vinicus de Moraes que eu tanto gostava de ler quando era criança...
A Casa
Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero.
A Casa
Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
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