sábado, 30 de janeiro de 2010

A cidade a preto e branco


(Desenhos do meufelinho)
Enquanto esperava que eu preparasse a sopa para o jantar, o meufelinho decidiu pegar numa caneta preta que estava em cima da mesa ( cá em casa há sempre canetas e folhas em cima das mesas, hábito díficil de atenuar)e em 2 folhas brancas e, o resultado foi este que aqui deixo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ocupar o tempo

( Desenho do meufelinho )
Depois dos trabalhos de casa terminados, a opção foi fazer este desenho para oferecer à professora amanhã.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Música "maneirinha" para ajudar a enfrentar a laboriosa semana que se avizinha...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010



Cá em casa o que não falta são canecas. Como se pode ver o espaço que lhe foi destinado já não é suficiente,sendo necessário empilha-las umas em cima das outras.


No entanto, a última prenda que recebi este Natal, foi mais uma.E, sem saber porquê tem sido disputada por mim e pelo meufelinho, sendo difícil de decidir quem toma lá o chazinho.Obrigada Anita.

E na próxima vinda vamos lá ver se ainda dá tempo para um cafezinho...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Propósitos de Ano Novo

«POUCOS,PEQUENOS e possíveis,eis a regrados três P, tão cara aos jesuítas que sublinham a importância de não fazermos muitos propósitos de Ano Novo para não corrermos o risco de falhar todos. 31 de Dezembro é o dia em que fatalmente damos por nós a fazer balanços do passado e propósitos de futuro. Já que é uma tendência universal e um clássico eterno, vale a pena integrar esta regra sábia dos três P. Quando os jesuítas insistem na teoria de que os propósitos devem ser poucos, pequenos e possíveis, estão a dizer que conhecem a prática e sabem que quando se faz grandes listas basta falhar um para não cumprir os outros. a realidade prova isso mesmo e todos temos essa experiência, aliás.Neste sentido, quanto menos propósitos melhor.Corremos menos riscos de falhar e temos mais certezas de cumprir. Se pudermos fazer apenas um só propósito, pequeno e possível, melhor ainda pois temos a garantia de uma vez cumprido, abre caminhos a novos propósitos e a uma lógica de conquista. É fascinante cumprir a teoria na prática e verificar que sempre que falhamos o primeiro de uma lista de propósitos, os outros caem como um baralho de cartas, mas se, pelo contrário, cumprimos o único a que nos propomos, muitas outras coisas começam a acontecer. Bom ano!»

Laurinda Alves/ Jornal i de 31 de Dezembro